"MEU FILHO NÃO COME"

A frase acima é uma queixa muito comum em consultórios pediátricos, embora muitas vezes seja pouco valorizada pelos profissionais.

 

Em uma época onde a prevalência da obesidade na infância e juventude cresce de forma alarmante, a falta de apetite parece ser tratada como um problema menor.

 

 

 

Na realidade a queixa de “falta de apetite” é uma questão delicada e difícil de ser tratada, que parece trazer mais angustia para os familiares do que a obesidade. A família tende a enxergar equivocadamente a obesidade como algo que vai se resolver por si no futuro “quando chegar a idade da vaidade”, e a inapetência como um problema imediato e de grande risco.

 

A criança que não come gera na mãe angustia, frustração e sensação de fracasso em sua maternidade, relacionadas ao instinto natural e ancestral de nutrir o filho.

 

A inapetência em crianças pode ser causada por uma série de situações clínicas, que vão desde a interpretação equivocada dos pais sobre a ingesta, até síndromes depressivas, tendo nesse meio diversos quadros de menor ou maior gravidade, como ingesta seletiva, doenças orgânicas, e erros alimentares, entre outras possíveis causas.

 

Uma avaliação clínica, antropométrica e nutricional sistematizada do pequeno paciente elucidarão cada caso, tranquilizando os pais e definido a melhor estratégia de tratamento, quando for indicado.

 

 

 

 

Dra. Maria Luiza Rizzo – Pediatra

CRM 66086

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